Inovação e Negócios: como funciona o universo das Femtechs?

Uma parceria entre a consultoria Distrito e a aceleradora B2Mamy constatou a grande semelhança entre fundadores de startups, 90% dessas empresas foram criadas por eles, homens.

Marina Ratton, fundadora da femtech “Feel”, destacou para a Forbes a importância de uma mesa investidora só de mulheres, como com a Wishe. Isso facilita a compreensão sobre o potencial dos produtos que aguardam investimentos.

Apenas em 2019, a indústria gerou mais de R$ 4,5 bilhões e recebeu mais de R$ 3,3 bilhões de investimentos. O valor pode aparentar uma diferença pequena, mas espera movimentar US$ 60 bilhões até 2027, de acordo com dados apurados pela consultoria Emergent Research.

O que são femtechs

Femtechs são empresas startups que desenvolvem serviços e oferecem tecnologia para a saúde da mulher. O nome “femtech” foi usado pela primeira vez por Ida Tin, durante a criação do aplicativo Clue, que monitora os períodos de ovulação.

A estratégia dessas empresas é adaptar cada vez mais serviços de saúde para as mulheres, além de desenvolver outros produtos para o público feminino, que representa 49,5% da população mundial, segundo dados do Country Meters.

As startups “Femtechs” têm se destacado, pretendem desenvolver e lançar cada vez mais produtos de tecnologia e saúde para o público feminino. As femtechs são uma grande promessa para desenvolver a economia, novas tecnologias, além de reafirmar o empoderamento feminino.

As mulheres estão ganhando mais protagonismo e lançando novos modelos de negócio. Seguindo os passos de Joy Mangano, retratada por Jennifer Lawrence no filme Joy: o nome do sucesso, de 2015, que conta a história de uma das mulheres mais empreendedoras dos Estados Unidos.

3 femtechs e modelos de negócio

Fertilid – em atividade desde julho de 2021, é a primeira a oferecer um autoexame que capaz de indicar o nível do hormônio anti-Mülleriano (HAM), que apresenta dados sobre a reserva ovariana, auxiliando a identificar o melhor momento para uma ser mãe, de acordo com o corpo da mulher.

Feel – a Feel é uma startup femtech de sexual wellness, ou bem estar íntimo. Desenvolve produtos naturais e veganos. Foi uma das primeiras Femtechs brasileiras que o programa de inovação da GB Venture do Boticário selecionou, passa pelo programa de aceleração da B2Mamy, focada em gerar lideranças e crescimento econômico entre as mulheres.

Theia – é voltada para a saúde da mulher durante o período de gestação, disponibilizando uma rede multidisciplinar de saúde, que fornece acolhimento humanizado e pensado para a mulher. Foi a femtech que mais captou investimentos na América Latina em 2019.

As femtechs vêm crescendo depressa no universo das Startups. Não há dúvidas de que o avanço tecnológico garantirá suportes para outras demandas, criando novos modelos de negócio para a área.

Com informações de: Olhar Digital, Forbes, Folha de S.Paulo e Uol

Nara Honório, Assessoria de Comunicação
Sandro Zambelli, Direção Comercial

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