Inovação: o que são Cleantechs?

O planeta e a sociedade têm procurado por alternativas de energia renovável e consumo sustentável. Algumas poucas empresas globais já manifestaram o compromisso de reduzir emissões de carbono até 2050 para prevenir mudanças climáticas.
Essas necessidades deram voz para startups conhecidas como cleantechs, ou startups verdes. Elas representam o mercado do futuro.

Para ser considerada uma cleantech a empresa precisa: fazer mais com o mínimo possível de resíduos, ser menos poluente e ter um modelo de negócio que se sustente e gere lucro.

Uma reportagem da Época divulgou que em 2020, que o Brasil tinha pelo menos 136 empresas no segmento e que 43% deles estavam no estado de São Paulo.

Com o que uma cleantech pode trabalhar?
As cleantechs realizam inúmeras atividades além da captação do ar e ou reutilização de água. Existem outras práticas que realizadas para garantir à produção industrial limpa e o acesso a energia renovável, veja algumas atividades que elas podem desenvolver:

• Tratamento, distribuição e reuso de água;
• Controle de emissão de gases tóxicos;
• Armazenamento de produtos químicos;
• Arquitetura verde “Green building”;
• Sistema de consumo colaborativo;
• Combustíveis renováveis;
• Inovação em design, de equipamentos e processos,
• Gestão de tráfego e infraestrutura urbana.

Conheça o que 2 cleantechs brasileiras fazem por aí:

Imagem: site SDW

Sustainable Development & Water for All ou SDW
Oferece dois tipos de produtos, sendo o lavatório urbano do projeto Aquapluvi e um equipamento para tratar água de cisterna pela radiação da luz solar do projeto Aqualuz.
O segundo projeto consegue tratar até 30 litros de água por dia.

Imagem: Google

Trashin
Startup de logística reversa. Administra o descarte de resíduos de alguns condomínios paulistas o que é ainda uma operação bem recente.
Gestão de resíduos de empresas, com treinamento de pessoal, sinalização e organização de coletas seletivas e logística reversa, com a personalização de coletores para cada tipo de resíduo, o que viabiliza o retorno dele para a cadeia produtiva.

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Com informações de: Forbes, SDW, Tec Mundo e Época Negócios

Nara Honório, Assessoria de Comunicação
Sandro Zambelli, Direção Comercial

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